terça-feira, 8 de junho de 2010

SÓ NA CHINA MESMO!



A nova moda dos chineses agora é modificar a aparência de cães, e deixá-los parecidos com animais selvagens.
Já pensou dar de cara com um tigre latindo p vc. Só na China mesmo.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Bill Gates é um fanfarrão

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E você aí acessando blogs…

30 coisas para fazer antes dos 30 anos

1- Ficar absurdamente bebado pelo menos um vez na vida
2- Fazer amizade pela net e ficar bem amigos
3- Ter um amor platônico
4- Se apaixonar a primeira vista
5 Roubar o (a) namorado (a) de alguém
6- Roubar chocolate nas lojas Americanas
7- Ir para balada de ônibus
8- Subir num palco e dançar igual louco
9- Transar num lugar publico
10- Fingir ser estrangeiro e falar um idioma que não existe
11- Pintar o cabelo de uma cor absurda
12-Fazer uma Tatoo
13- Ter o melhor sexo da sua vida(…)
14 -Ir a um show de rock e ficar gritando: ‘CANTA PAGODE’
15- Voltar da balada e dormir com a roupa que saiu
16- Se jogar na piscina de roupa
17- Fugir de casa e voltar no outro dia
18- Ir numa boate gay
19- Passar uma semana comendo besteiras
20- Tomar banho de mar a noite
21- Ter um animal e conversar com ele
22- Encontrar um ídolo
23- Sacanear um desconhecido
24- Chorar vendo um desenho ou filme
25- Compor uma música
26- Viajar sozinho
27- Chorar de tanto rir
28- Jogar uma bomba no vizinho
29- Encontrar um amor
30- dizer EU TE AMO sem esta bebado

DO SITE BLOGUEIRAS COMPUSIVAS

Vida de Leão

O Pequeno Principe (sobre cativar as pessoas)



E foi então que apareceu a raposa:

__Bom dia,disse a raposa.
__Bom dia,respondeu polidamente o principezinho,que se voltou,mas não viu nada.
Eu estou aqui,disse a voz,debaixo da macieira...
__Quem és tu?perguntou o principezinho.Tu és bem bonita...
__Sou uma raposa,disse a raposa.
__Vem brincar comigo,propôs o principezinho.Estou tão triste...
__Eu não posso brincar contigo,disse a raposa.Não me cativaram ainda.
__Ah!desculpa,disse o principezinho.Após uma reflexão,acrescentou:
__Que quer dizer "cativar"?
__Tu não és daqui,disse a raposa.Que procuras?
__Procuro os homens,disse o principezinho.Que quer dizer "cativar"?
__Os homens,disse a raposa,têm fuzis e caçam.É bemincômodo!Criam galinhas também.
É a única coisa interessante que eles fazem.Tu procuras galinhas?
__Não,disse o principezinho.Eu procuro amigos.Que quer dizer "cativar"?
__É uma coisa muito esquecida,disse a raposa.Significa "criar laços...".
__Criar laços?
__Exatamente,disse a raposa.Tu não és ainda para mim senão um garoto inteiramente igual
a cem mil outros garotos.E eu não tenho necessidade de ti.E tu não tens necessidade de mim.
Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas.
Mas se tu me cativas,nós teremos necessidade um do outro.Serás para mim único no mundo.
E eu serei para ti única no mundo...
__Começo a compreender,disse o principezinho...Existe uma flor...eu creio que ela me cativou...
__É possível,disse a raposa.Vê-se tanta coisa na Terra...
__Oh!não foi na Terra,disse o principezinho.
A raposa pareceu intrigada:
__Num outro planeta?
__Sim.
__Há caçadores nesse planeta?
__Não.
__Que bom.E galinhas?
__Também não.
__Nada é perfeito,suspirou a raposa.
Mas a raposa voltou à sua idéia:
__Minha vida é monótona.Eu caço galinhas e os homens me caçam.Todas as galinhas se parecem
e todos os homens se parecem também.E por isso me aborreço um pouco.Mas se tu me cativas,
minha vida será como que cheia de sol.Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros.
Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra.O teu me chamará para fora da toca,como se fosse música.
E depois,olha!Vês lá longe,os campos de trigo?Eu não como pão.O trigo para mim é inútil.Os campos de
trigo não me lembram coisa alguma.E isso é triste!Mas tu tens cabelos cor de ouro.Então será maravilhoso
quando me tiveres cativado.O trigo,que é dourado,fará lembrar-me de ti.E eu amarei o barulho do vento no trigo...
A raposa calou-se e considerou por muito tempo o príncipe:
__Por favor...cativa-me!disse ela.
__Bem quisera,disse o principezinho,mas eu não tenho muito tempo.Tenho amigos a descobrir e muitas coisas
a conhecer.
__A gente só conhece bem as coisas que cativou,disse a raposa.Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa
alguma.Compram tudo prontinho nas lojas.Mas como não existem lojas de amigos,os homens não têm mais
amigos.Se tu queres um amigo,cativa-me!
__Que é preciso fazer?perguntou o principezinho.
__É preciso ser paciente,respondeu a raposa.Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim,assim,na relva.Eu te olharei
para o canto do olho e tu não dirás nada.A linguagem é uma fonte de mal-entendidos.Mas,cada dia,te sentarás mais perto...
No dia seguinte o principezinho voltou.
__Teria sido melhor voltares à mesma hora,disse a raposa.Se tu vens,por exemplo,às quatro da tarde,desde às três eu
começarei a ser feliz.Quanto mais a hora for chegando,mais eu me sentirei feliz.Às quatro horas então,estarei inquieta
e agitada:descobrirei o preço da felicidade!

Do ato de se apaixonar

Texto legal q encontrei no blog da Cá Ciarallo


— promete uma coisa?
— o que?
— não, diz que promete primeiro.
— não posso prometer algo que eu não sei o que é.
— verdade.
— ...
— ah, sim! Promete que não vamos nos apaixonar?
— como assim?
— que não vamos nos apaixonar, ué.
— um pelo outro?
— é.
— mas...
— mas o que?
— nada.
— não, agora fala, por favor.
— sei lá. Acho meio estranho prometer isso.
— por quê?
— por que a gente não controla essas coisas, você já deveria saber disso.
— controla se quisermos.
— claro que não! Muito pelo contrário! Quanto mais se força a fazer algo, mais se quer.
— discordo. Acho possível conseguir não se apaixonar.
— claro que é possível, mas depende da situação, né?
— e você acha que a nossa situação não é válida pra isso?
— ah, não sei. Eu gosto de estar com você.
— eu também gosto, você sabe disso... Ah não! Pode parar. Não vamos começar com isso!
— isso o que?
— isso de ‘eu gosto de estar com você’. É o primeiro passo pra nos apaixonarmos.
— quem disse?
— eu disse! Depois disso vem o ‘estou com saudades’, e então o ‘queria você aqui’, e aí pronto! Quando menos esperamos estamos bobinhos, com aquele sorriso frouxo no rosto e aquele brilho no olhar. E isso não tá certo. Nós não queremos isso.
— não?
— não!
— por que não?
— por que não é certo.
— como não é certo?
— não sendo.
— explica, por favor.
— não quero.
— pára com isso. Deixa de ser assim e explica.
— ah... Não é certo se apaixonar. No final é tudo a mesma coisa. Começa sendo algo inocente, que lhe faz bem. Aí vai crescendo e tomando conta de tudo. Os seus pensamentos não são mais seus, as suas ações não são mais baseadas só na sua vontade, tudo é feito a dois, se tem um, o outro está incluído. E aí, depois de se acostumar com essa nova vida, essa nova, digamos, personalidade, tudo acaba. E aí sobra o que? Os pensamentos que não são seus, mas que não vão embora. A falta de costume de fazer as coisas por si só, de não pensar sempre em dupla. A mágoa. O choro. E a vontade de não ter se apaixonado, por que aí não sofreria.
— eu acho que você tem a visão distorcida do que é estar apaixonado.
— ou então eu já sei o que é e não quero passar por isso de novo.
— mas uma experiência nunca é igual à outra.
— quando a questão é os apaixonados, é sempre assim, vai dizer que não?
— eu acho que não. Depende do casal. Acho que estar apaixonado é como cartão de crédito, pessoal e intransferível. Cada pessoa se apaixona de um jeito. Você tem a ideia de que se apaixonar é assim e pronto, que será sempre assim. Mas eu posso me apaixonar por você e lhe mostrar que não é como você descreveu. Que pode sim ser diferente, você não precisa perder sua individualidade só por que está apaixonado.
— eu sei que não. Mas todo mundo acaba perdendo, é natural.
— não, não é.
— é sim. É apaixonar-se e bum! Duas pessoas viram uma.
— não necessariamente! Por que você nunca me escuta?
— por que eu sei que é assim! Já passei por isso e não quero de novo.
— você tem essa mania de achar que tudo vai ser sempre igual.
— e você tem a mania de achar que pode mudar tudo sempre.
— eu não quero mudar nada, só quero te mostrar que é possível se apaixonar e não perder sua identidade.
— eu duvido, e não quero descobrir.
— pra que ser tão cabeça dura?
— não sou cabeça dura, só gosto da minha vida como ela tá. Você sempre soube que eu não gosto de mudanças.
— mas mudanças são boas.
— ou não.
— o problema é que você tem traumas com mudanças e com paixões.
— claro que tenho, quem não tem?
— é, mas só você quer se isolar numa bolha e fingir que o mundo não gira mais.
— eu não tô me isolando, eu só tô te pedindo pra não nos apaixonarmos!
— mas você sabe que é inevitável, ainda mais com a gente!
— por quê? Só por que somos amigos? Um motivo a mais pra não nos apaixonarmos.
— você não vai perder minha amizade, sabe disso.
— sei, mas não há garantia se nos apaixonarmos.
— e então ficamos nisso? Nesse chove e não molha?
— não, ficamos sendo quem sempre fomos.
— e isso já não é suficiente pra nos apaixonarmos? Eu acho que nós já estamos apaixonados faz tempo. Falo por mim e por você.
— pára com essa história.
— é sério. Pensa comigo, somos amigos, conversamos sobre tudo, a qualquer momento, não conseguimos ficar sem nos vermos por um longo período, e, do mês passado pra cá, a única coisa que mudou é que agora a gente se beija.
— ...
— concorda?
— não, não concordo. E não quero mais brincar disso também. Sabia que era errado. Por isso que não fico com amigos, só dá errado.
— eu não acho que a gente esteja dando errado, você acha?
— até enquanto não estivermos apaixonados, não.
— você vai insistir nessa história, né?
— claro que vou, quem é a teimosia da dupla?
— você.
— então!
— tá bom, vamos conversar sobre isso depois?
— não enquanto você não prometer.
— não vou prometer isso agora. Vamos pensar, conversar e outra hora a gente discute.
— tá, mas eu não vou esquecer.
— eu sei que não, quem esquece sou eu.
— ótimo.
— ótimo.
— ...
— eu gosto muito de você, sabia?
— eu também gosto, você sabe. Mas não vamos recomeçar, por favor.